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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Unid IV Ativ 2A

Socializando_experiencia_com_projeto_marcia

Com a globalização, as fronteiras perderam o valor. Por causa dos novos meios de comunicação, em particular a internet, nunca em toda a história da humanidade ideias, informações e produtos circularam com tanta rapidez. Estes avanços colocam novos desafios e ameaças, mas, ao mesmo tempo, democratizam o conhecimento e facilitam o aprendizado individual e coletivo.
Nesse contexto, os horizontes da escola devem expandir-se na mesma proporção, trabalhando com realidades mais amplas e fazendo-se mais presente na comunidade em que está inserida.
A escola, os professores, o livro didático, bem como as novas tecnologias são elementos mediadores entre o aluno e o conhecimento. Quanto mais diversificados os recursos e utilizados no ensino, maiores possibilidades de torná-lo atraente, prazeroso e, conseqüentemente, mais eficiente.
Embora a tecnologia seja um recurso, sua correta utilização pode transformar-se em um princípio pedagógico capaz de dinamizar a ação, a interatividade, a produtividade e o prazer do aluno frente ao processo de aquisição do conhecimento. O uso da tecnologia, assim como a garantia de acesso do aluno a esse instrumento, vem ao encontro da idéia de que a escola eficiente deve estar socialmente contextualizada e vinculada ao processo educativo.
Na escola moderna, ensinar e aprender são funções tanto do aluno quanto do professor. A partir desse princípio, quanto mais prazerosa for à troca realizada entre os dois, mais rápido e eficiente será o desenvolvimento do processo cognitivo.
Segundo Pedro Demo, essa grande mudança começa com o professor. Todas essas mudanças só entram bem na escola se entrarem pelo professor – ele é a figura fundamental. Não como substituir o professor. Ele é a tecnologia das tecnologias.
No artigo, Desafios e possibilidades da integração de tecnologias ao currículo, Almeida e Prado destacam que “a integração efetiva das tecnologias ao desenvolvimento do currículo consiste de uma ação pedagógica com uma intencionalidade clara de desenvolver um currículo a partir do esboço de um plano de trabalho que se delineia a priori e assume contornos específicos na ação conforme são identificados os conhecimentos, competências e habilidades dos alunos.”
Segundo Almeida, enfatiza que “o ser humano desenvolve projetos para transformar uma situação problemática em uma situação desejada a partir de um conjunto de ações que ele antevê como necessárias”.

Diante disso, “compreende-se que a melhor forma de integrar as tecnologias ao desenvolvimento do currículo é por meio de elaboração e execução de projetos através de uma parceria entre alunos e professores e deve ser entendida como uma organização aberta,articulada através de informações conhecidas, baseadas em experiências que surgirão durante a execução. Essas antecipações representam algumas certezas e dúvidas sobre conceitos e estratégias envolvidos no projeto. No momento em que o projeto é colocado em ação, evidenciam-se questões, por meio do feedback, comparações, reflexões e de novas relações que fazem emergir das certezas,novas dúvidas e das dúvidas algumas certezas.”
De acordo com a fala de Prado, concluímos que o uso dessas tecnologias em processos de aprendizagem propicia o registro digital das produções dos alunos, criando condições para que se possam identificar as dificuldades e os avanços dos alunos, bem como reconhecer o que foi trabalhado do currículo prescrito e o que foi integrado, que vai além do previsto em planos e livros didáticos e também é trabalhado na escola.

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